Publicidade

“Crescemos com as pessoas”: como a Valley quer simplificar a gestão das empresas angolanas

Targeting
Por Targeting
8 minutos de leitura
Tamanho da Fonte

A Valley Consulting Management nasceu com um propósito claro de ajudar empresas angolanas a gerir pessoas, estruturar operações, recrutar talento e crescer de forma organizada, sem se perderem em processos que não acrescentam valor. “Crescemos com as pessoas” não é apenas um slogan, é o compromisso que a consultora repete como critério de trabalho em cada uma das suas linhas de negócio.

Quem dá voz a essa visão é Ivo Guimarães, HR Business Partner da Valley e responsável pelo desenvolvimento das suas soluções tecnológicas e operacionais de Recursos Humanos, numa conversa com o TARGETING, onde explica à visão prática do negócio e ao que chama o “ADN corporativo angolano” da Valley.

Resolver o que consome tempo e energia

A entrada da Valley no mercado nasceu de uma constatação simples: as empresas angolanas perdem demasiado tempo e energia com problemas que, geridos de outra forma, poderiam ser resolvidos com rapidez. “Quem tem salários para pagar, clientes para atender e uma operação para gerir precisa de respostas que consiga aplicar”, explica Ivo Guimarães. Foi com esse propósito que a consultora foi criada: “desburocratizar os negócios e aproximar as soluções da realidade de quem trabalha”.

Para Guimarães, essa aproximação é também uma questão de clareza. “Queremos que o cliente perceba o que estamos a propor, por que razão faz sentido e como o ajuda a avançar”, afirma. “É aí que demonstramos o nosso valor”.

Um ADN corporativo angolano

Ivo Guimarães insiste em caracterizar a Valley como uma consultora de ADN angolano, uma expressão que, segundo ele, se traduz concretamente na forma como a empresa ouve e se aproxima dos seus parceiros. “Uma empresa familiar em crescimento e uma organização com centenas de trabalhadores podem precisar de respostas muito diferentes”, nota. “Temos de compreender os recursos disponíveis, as responsabilidades e as dificuldades de cada uma”, conclui.

Esse ADN não significa, porém, trabalhar isolados do que se faz fora de Angola. A Valley conta também com parceiros internacionais, cuja experiência, segundo Guimarães, “deve ser adaptada ao contexto” angolano. O critério final é sempre o mesmo: “O cliente precisa de reconhecer a sua empresa na solução que recebe”.

Simplificar sem perder rigor

Questionado sobre se a rapidez e a simplificação podem comprometer o rigor dos processos, Guimarães reconhece tratar-se de “uma preocupação legítima”. Há obrigações e controlos que precisam de ser respeitados. O que questionamos são os passos que se acumulam sem uma utilidade clara”, defende.

É esse o território da Valley HR Operations, linha de negócio que apoia a operação de Recursos Humanos das empresas, através de soluções como outsourcing, processamento salarial, admissões, saídas, INSS, arquivo, relatórios, apoio laboral e acompanhamento como HR Business Partner. Já a Valley People Structure trabalha a arquitectura organizacional propriamente dita: organogramas, funções, qualificadores, grelhas salariais, políticas e avaliação de desempenho. “Queremos que cada pessoa saiba o que lhe compete e que os gestores tenham critérios para decidir. Uma boa estrutura deve facilitar o trabalho”, resume Ivo Guimarães.

Recrutar para o desafio, não para o currículo

No recrutamento, a Valley procura um alinhamento que vai além do currículo. “Um currículo pode impressionar e, ainda assim, não responder à necessidade da empresa”, observa Guimarães. É esse o foco da Valley Talent Pesquisar: encontrar “o alinhamento entre competências, responsabilidades, contexto operacional e cultura da organização”, seja para funções de direcção, especialistas ou equipas operacionais.

Mas contratar é apenas metade do processo, segundo o Partner da Valley, a outra metade é o desenvolvimento. A Valley People Development reúne formação, liderança, coaching, palestras, team building e ferramentas como o Clarity4D ou o DISC. “Contratar alguém e criar condições para que essa pessoa contribua são responsabilidades que precisam de caminhar juntas”, sublinha.

Do negócio à terra: crescimento empresarial e agronegócio

A actuação da Valley estende-se também ao crescimento empresarial e ao sector agrícola, duas frentes que, à primeira vista, parecem distantes, mas que Guimarães liga pela mesma lógica de fundo: “a capacidade de transformar uma intenção num negócio organizado”. A Valley Business Growth apoia planos de negócio, entrada em mercados, parcerias, representação comercial e desenvolvimento de canais. Já na Valley Agribusiness Development, a consultora assume-se como parceira na identificação de soluções para negócios agrícolas. Consoante a necessidade, o cliente pode procurar uma intervenção específica ou combinar várias soluções da Valley.

Tecnologia ao serviço de quem trabalha

Como responsável pelo desenvolvimento de soluções tecnológicas e operacionais de RH, Ivo Guimarães descreve o seu foco em termos simples: identificar onde as pessoas perdem tempo. “Interessa-me perceber onde as pessoas estão a perder tempo e o que lhes faz falta para trabalhar melhor. Pode ser informação dispersa, tarefas repetitivas ou um pedido que passa por demasiadas mãos”, afirma.

Esse processo começa sempre pela escuta de quem vai usar a solução, e atravessa transversalmente todas as linhas de negócio da Valley. O horizonte que o motiva é concreto: “uma equipa de RH com mais disponibilidade para acompanhar pessoas e um colaborador que consegue resolver um assunto sem andar de porta em porta”.

Confiança construída na relação diária

Com três anos de operação formal, a Valley constrói a sua credibilidade não apenas no tempo de existência, mas na forma como responde a cada desafio. “Com clareza sobre aquilo que consegue entregar e seriedade no compromisso que assume”, resume Guimarães. “Os três anos fazem parte da nossa história, mas a experiência que mobilizamos inclui as pessoas e os parceiros angolanos e internacionais com quem trabalhamos”.

Essa rede de parceiros, acrescenta, permite à Valley “reunir competências conforme o desafio”, mas a confiança, insiste, constrói-se sobretudo no dia a dia, na capacidade de “ouvir com atenção, propor com critério e acompanhar o trabalho. É assim que queremos ser conhecidos”.

A terminar, Ivo Guimarães descreve o que gostaria que um empresário sentisse ao primeiro contacto com a consultora: “Que encontrou uma equipa com quem pode falar abertamente sobre o que precisa de resolver”. Gerir uma empresa, recorda, “implica uma responsabilidade enorme sobre pessoas, famílias e investimentos”, e é essa responsabilidade que a Valley procura compreender antes de propor qualquer solução.

A primeira conversa, diz, pode começar com uma pergunta simples: “o que está hoje a dificultar o crescimento da sua empresa?” É a partir dela, remata Guimarães, que “faz sentido trabalhar em conjunto. O nosso compromisso está em encontrar a melhor solução para os problemas dos nossos clientes”.

Redacção: ola@targeting.ao

Compartilhe este artigo

Publicidade

Deixe um comentário

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *