Ad imageAd image

Luanda ganha fábrica de roupas BEATRIZFRANCK

Targeting
Targeting

O Grupo Beatriz Frank inaugurou a sua primeira fábrica têxtil BEATRIZFRANCK no Viana Park, em Luanda, com um investimento de 2,5 milhões de dólares, fruto de uma parceria com a empresa D&J.

A unidade industrial de 1.500 metros quadrados que pretende dinamizar a indústria têxtil nacional e reforçar o parque industrial de Angola, gerou, de acordo comunicado, 100 novos postos de trabalho directos e 300 indirectos.

Inicialmente, a fábrica tem capacidade para produzir entre 300 e 900 mil peças mensais, o que inclui uniformes para adultos e crianças, vestuário pronto-a-vestir, como vestidos, calças, calções e camisas, além de artigos como carteiras artesanais, toalhas e guardanapos. Contudo, a empresa planeia expandir as suas instalações, “a segunda fase do projecto prevê que, até 2026, a fábrica cresça até dez vezes mais, ocupando uma área de 15 mil metros quadrados, e com uma força de trabalho de 15 mil pessoas”, comentou Beatriz Franck durante a cerimónia de inauguração.

Beatriz Franck, a CEO do Grupo, destacou também a necessidade de oferecer produtos de qualidade acessível ao mercado angolano, com peças que variam de 5 mil a 15 mil kwanzas. Para isso, a fábrica perspectiva fornecer vestuário para marcas brancas e outras existentes no mercado, além de estabelecer uma rede de revendedores e expandir internacionalmente por meio de franquias.

Para alcançar altos níveis de produção, a fábrica refere que investiu em tecnologia da indústria de vestuário e capacitação da sua equipa com especialistas da China. A fábrica pretende utilizar matéria-prima local sempre que possível, mas inicialmente importará cerca de 90% dos materiais devido a capacidade limitada do sector têxtil nacional para produzir componentes adicionais como botões e fechos.

A inauguração da fábrica foi reconhecida pelo governo angolano como um marco importante para o sector têxtil. “O governo tem tomado medidas para promover a produção nacional, as instituições estão criadas, mas devemos agora produzir localmente matéria-prima que alimente este sector, como o algodão. Quando pudermos transformar o algodão nestas indústrias, poderemos fechar a cadeia de valor e fazer com que o sector têxtil contribua efectivamente, e de forma mais relevante, para o PIB nacional”, considerou o Secretário de Estado da Indústria, Carlos Rodriguês.

Redacção: ola@targeting.ao

Experimente o Dark Mode. Clique no botão do canto superior direito, junto à barra de pesquisa.

Compartilhe este artigo
Deixe um comentário

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *