O Aliva Saúde registou, em 2025, um desempenho operacional expressivo, traduzido na realização de mais de 400 mil exames laboratoriais e de imagiologia, mais de 92 mil actos de consulta médica, cerca de 1.500 intervenções cirúrgicas e aproximadamente 45 mil episódios de atendimento em regime de urgência, de acordo com dados constantes do balanço anual de actividades da instituição.
Segundo o comunicado divulgado, o exercício em análise coincidiu com a celebração de uma década de actividade e ficou igualmente marcado pela transição da marca Luanda Medical Center para Aliva, um reposicionamento estratégico de natureza estrutural, que reflecte a evolução do projecto para um modelo integrado e multidisciplinar de prestação de cuidados de saúde.
De acordo com Ana Rita Fernandes, Directora de Comunicação e Marketing do Aliva Saúde, o ano de 2025 revelou-se “profundamente positivo e estruturante”, dado que, sublinha, a mudança de identidade corporativa representou uma maturação institucional, permitindo à organização afirmar-se como um ecossistema de saúde orientado para o acompanhamento contínuo do utente ao longo de todo o ciclo de vida.
Ainda no período em referência, foram contabilizados 1.487 internamentos hospitalares e 380 partos, tendo os serviços prestados pelo Aliva alcançado mais de 55 mil utentes, num contexto em que a rede clínica dispõe actualmente de um corpo clínico composto por 116 médicos.
Entre os principais marcos estratégicos do exercício, a responsável destacou o processo de rebranding, que corporizou uma nova visão institucional, mais moderna e centrada na humanização dos cuidados, bem como a entrada em funcionamento dos novos laboratórios Aliva, iniciativa que reforçou a capacidade diagnóstica descentralizada, com ganhos ao nível da celeridade, fiabilidade analítica e proximidade às comunidades, contribuindo para a elevação dos padrões de qualidade assistencial.
No que respeita a 2026, o Aliva definiu como eixos prioritários de actuação a expansão da rede de clínicas, com vista ao alargamento da cobertura territorial e ao reforço da capacidade de resposta assistencial em diferentes zonas da província de Luanda, bem como a implementação de uma nova unidade de internamento pediátrico, vocacionada para o tratamento hospitalar especializado da criança.
De acordo com a nota institucional, a futura unidade pediátrica estará orientada por critérios exigentes de segurança clínica, conforto assistencial e humanização dos cuidados, assegurando igualmente o acompanhamento contínuo das famílias, em linha com uma estratégia de crescimento sustentado, qualificação da oferta clínica e reforço da acessibilidade aos serviços de saúde.
Para Ana Rita Fernandes, estes projectos consubstanciam “uma aposta estratégica na pediatria, na proximidade aos cuidados e na adopção de modelos assistenciais mais eficientes, sustentáveis e ajustados às necessidades reais da população angolana”.
Redacção: ola@targeting.ao





